«já que escolheram a guerra errada, escolham as armas certas»

se procuras qualidade e melhor ires a uma biblioteca ou livraria.
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quinta-feira, 1 de março de 2012


Todos contam as estrelas, eu espreito a lua.
Entre tudo, prefiro o nada.
Prefiro o silêncio da noite, prefiro o silêncio para pensar.
Assim, toco. Faço melodia. Faço tudo, e nada. Leio, improviso, solfejo. Não importa o que faço, só importa o silêncio que me faz trazer todo o sentimento, em que aplico a tocar, a que me ajuda a pensar.

Tudo por letras, escritas, nada consegue ver o tom em que escrevemos. Cada um lê à sua maneira, e com um tom que acha adequado.
O que interessa é o que sentimos quando escrevemos. E mais uma vez, em silêncio.

O que muito vêem são textos feitos, palavras gastas e apenas letras aplicadas, um alfabeto/abcdário – escrito assim, por iniciativa (sei que forma correcta  é ‘abecedário’) – trocado, desordenado. Outros acham que +e um jogo psicológico, um jogo de palavras. E ainda à aqueles que entendem que o que foi escrito tem entre linhas, tem uma mensagem, sofrimento – por vezes – não passa de um sentimento (tentado ser) transcrito. De forma difícil, pois à sentimentos que não se explicam, são confusos, muito complexos, complicados.

Silêncio é o que preciso.
Amigos é o que espero.
Decisões é o que irei tomar.
Sim, eu, por ti, vou esperar.

Flauta T., meu sonho.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

20.


Minhas gentes, deverão saber que vocês significam imenso para mim. Obrigado por estarem lá sempre que preciso, eu gosto imenso de ‘cês, e pretendo que fiquem comigo para sempre, mas é mesmo aquele ‘sempre’ dos ‘contos-de-fadas’.
Mil Obigado’s. 





domingo, 22 de maio de 2011

cnml

Conservatório Nacional de Música de Lisboa, queroooooooooo.

Porque alguma coisa como MÚSICA é a minha vida, é o que eu quero, é o meu sonho.


Flauta Transversal & Flautim, sempreeee 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Amanhã, levantar cedo, acabar de arrumar a mala, almoçar e partir.
Novo estágio musical, novos conhecimentos, uma nova etapa.


Açores, um novo rumo.

domingo, 3 de abril de 2011

saudades.


Saudades eu sinto quando não estás aqui.
Eu sinto tanto medo de te perder assim
Sinto saudades de tudo, de te ter.
Só espero que um dia, te volte a ver.

Nasceu algo em mim, algo que nunca pára
Só penso em ti, sinto a tua falta.

Saudades de um passado, o teu amor eu queria ter
Eu sei que fui culpado, que te fiz sofrer
Peço para voltares, mas ainda estou à espera
Perco horas e horas, só a incerteza é certa

Nasceu algo em mim, algo que nunca pára
Só penso em ti, baby eu sinto a tua falta
Pois, eu só penso em ti, sinto a tua falta.

FredFox – Adaptado. ; just how i feel.