«já que escolheram a guerra errada, escolham as armas certas»

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

enfiiim.

Adoro, cada vez maiiiis, quanto tentam nos forçar afazer algo que não queremos
Será que não entendem que muitas vezes dizemos 'SIM' por DELICADEZAA.
Acho que é complicado entender. (;

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

dicas (?)

Adoro cada vez mais quando me querem dizer alguma coisa através de tentativas 'indirectas'. Adoro os ciúmes idiotas, e ouvir dizer que são cagados e trocados.
Na realidade, quem está bem no canto e no esquecimento sou eu.


poucos entendem

sexta-feira, 20 de maio de 2011

selvagem


Pela sociedade em que habitamos, pelas atitudes dos indivíduos, pelos objectivos de cada um, pela importância que te dão. Por a cidade ser a selva, a aldeia a floresta, por tu teres sentimentos, por eles criarem os momentos. Por o mundo girar, pelos movimentos que dão, por não te ajudarem. Por tudo, por nada, pelo que vives, pelo que dormes, pelo que (não) pensas, por o que te fazem. Por hoje ser o teu dia de anos, por ninguém te ligar, por o que criaste, por nós. Pelo mundo. Por mim, por ele, por quem amas, por quem vives.

Selvagem, apenas por tudo. Pelas ideias, por o sermos, pelo que podemos ser. Pelos sentimentos se fluírem, por não poderes fazer nada. Pelas pinturas que escorrem na cara, pelos sentimentos se diferenciarem. Por nada ser igual, por tudo ser diferente. Por o mundo não parar, por ter acabado, por ter começado, por te procriarem, por teres nascido, por se pensar.

Selvagem, mesmo por tudo. Pelo que podemos ser, pelo que não se foi. Por pensar ser COMPLETAMENTE involuntário. Por não estar completa, por haver um vazio, por já ter sido completa. Por sermos um puzzle, pela vida ser um jogo, por haver players. Por haver groupies do jogo. Por eu viver, acreditar, (não) saber amar. Por haver saudades. Por existires.



quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

game.

Vais insistir em me magoar? Em que afastares? Em dizeres que não há nada? Em continuar com a negação?
Sinceramente, não te entendo. É mesmo para não entender, já sei, já me o disseste mas… sim, MAS(!), eu quero saber porquê! Eu quero-te do meu lado, qual é a cena?
Eu quero dizer ‘Amo-te’. Deixem tantas pessoas para trás por ti, acho que não mereço agora não te ter. Deixei o outro por ti, agora foges? É jogo? Eu não sou assim tão boneca, e esperava que tu não fosses tão player (;
Será que, afinal, os outros têm razão? Pois, talvez.
Se é jogo… eu não vou entrar mais em cena, para isso prefiro brincar ao cinema em que tudo é perfeito, mas no final dou-te uma facada nas costas. (;

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

revolta :c


Todos sabem dizer o que está errado, e o que não devo fazer. Mas será que já olharam para as suas atitudes? Pois, devem ter olhado. Eu sou estranha, está claro, mas eu não tenho a culpa.
Eu sou o que sou porque foi assim que me criaram, porque me magoam. É assim tão complicado entender?
Eu sou SUPER- SENTIMENTALISTA. Sou sensível, demais até, por vezes até me irrito conta tanta sensibilidade. E sim, sou ciumenta. Temo imensos ciúmes. Mas há coisas que não me entra na cabeça. Como se afastarem de mim para estarem com não sem quem. E depois vêm-me com falinhas mansas a pedir desculpa. Mas antes disso, ficavam todos ‘coisinhos’ eu dizer o que pensava, e o que sentia. Que eu saiba não é nenhum crime. Estava a ser sincera, e directa. Mas nesta altura eu sou a má. E todos dizem que eu sou a ciumenta, sou tudo e mais alguma coisa. Mas quando vêem que não é bem assim, já vêm ‘óh marina, queriiida, fofinha.(…)’. Fofinha? Fofinha o CRL. Isto agora era sempre que quisessem não!?. Pois, eu não sou tipo boneca.
E qual é a cena de me andarem sempre a dizer o que as pessoas são e não são, e sempre a concluir com “eu bem te avisei. Foste até esse ponto porque quiseste”. Será? Eu é que sei o que sinto.
Eu amo-o, e já se sabe o resto. Eu só quero o abraço dele. Assim como agora queria o da minha melhor amiga, que ultimamente não tem estado para mim. Isso magoa-me profundamente.
Enfim, sinto-me SOZINHA. Nunca ninguém pode estar quando eu preciso, mas quando são os outros eu já os tenho de ouvir, e tenho de estar sempre bem. Não entendo.
Quando estão mal ninguém os chateiem, e ele sim fazem altes dramas. Maior parte são todos melodramáticos. E eu que estou sempre bem, não posso estar mal. E quando estou mal ninguém se lembra que eu também necessito que me oiçam.
Estar sempre a rir não significa que eu seja feliz. Muitas vezes só quero chorar. Será assim tão difícil ter compreensão?
Eu podia ter escolhido outro rapaz. Mas não, quis ficar com ele, não me arrependo de todo. Eu amo-o. Mas será que foi o mais certo?
Relembro tudo, e tenho saudades. Não quero que acabe, eu quero que não haja medos e que haja mais do que ‘isto’.
Preciso da minha melhoramiga, que está felicíssima. Quem sou eu para lhe estragar a felicidade? Não tenho esse direito. Mas tal como ela, eu também o queria como namorado.
Ela a Eunice, ele o Rúben. Eu a Marina, e não vou estragar a felicidade dela. Mas ela podia ver nos meus olhos que não estou feliz. Eu já lhe tentei dizer, mas cada vez que vou falar ela fala da sua felicidade. Então não ouso estragar-lhe o momento.
Mas eu sinto necessidade dela.
O meu bff. Esse sim, dá-me orgulho de verdade. Apesar de ser o mais importante, e estar mais longe, falar menos com ele é dele que tenho a certeza que a nossa amizade é a mais sólida. É a mais segura. É a que mais amo. É a que eu NUNCA vou querer perder. É aquela por quem eu lutei sempre. Quem eu nunca quis perder. Eu sei que posso contar sempre com ele mas… a distancia não perdoa.
Enfim, sozinha e cada vez mais sozinha. Sinto que cada vez mais faz menos sentido. Não faz sentido viver sem eles. Sempre pensei que iriam estar presente, e pressentir  se estava bem ou não. Não me iriam abandonar, saltar o barco. Mas o certo é que cada vez me desiludem mais.
Todos sabem dizer o que faço de errado, e que não tenho as melhores atitudes, mas será que já pararam para pensar? Ahh pois, a cabeça não dá para tudo. Pois, eu tenho os meus problemas, os meus pensamentos. E eu só queria um pouco mais de compreensão, e que se lembrassem que eu tenho sentimentos. Pareço ser forte, mas sou super frágil.
Eu só quero que estejam presente, como eu estou presente, porque quando me pedem eu estou presente.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

-

Sinceramente não entendo. Porque é que insistem em fazer perguntas anónimas?
O que mais querem é que ele se afaste de mim, mas decidi que vou ser eu a fazê-lo. Eu amo-o, é a verdade, não vou negar a verdade. Ele é importante, mas sinceramente se nem ele acredita no que digo… talvez fazer a vontade aquelas criaturas seja o mais sensato. Eu não quero desistir, eu não lhes quero dar o ‘homem da minha vida’, ou o ‘príncipe encantado’ como quem canta a canção do bandido, mas… sofrer conjugado na primeira pessoa do singular no futuro próximo, que poderá ser já amanhã? Não. Não, porque já chorei demais. Eu não quero. Aliás, agora eu só queria um abraço dele. Mas como é que eu vou chegar lá e vou abraçá-lo do nada? Ele mesmo vai afastar-me, o nosso relacionamento é estranho. Passamos a vida a batermos um ao outro. A culpa é minha, de certeza. E agora, quando quero falar com ele a sério, ele não fala. E eu já não sei como falar. Ele É. E eu Sou. Mas o que ele me É, e não vou Ser. Eu quero, mas os outros não deixam.
Não sei, sinceramente, nem o que fazer.
Perguntas a mais, respostas a menos, coragem de rato e lágrimas de crocodilo.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

eu, tu sem nós.

Vai haver sempre um 'eu' e um 'tu'. Pouca importa o que eu quero,  o que eu sonho, muito menos o que penso. Para ti, as minhas palavras são ditas à toa, nunca são sinceras. Enganado andas, mas já me cansei de o dizer. Podes amar sem dizer, e desejar por não ter. eu amo-te e digo, desejo e não te tenho. Mas não é essa a razão, de o desejar. Seja como for... não importa. Mas tu, no fundo sabes, claramente, que te amo e que te quero. Sabes-o por eu nunca negar e dizer-te o que sinto, apesar de , na maioria das vezes, duvidares.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

friendship (?)

Em tempos as coisas eram diferentes. Não havia preocupações. Era livre.
Eu sabia o que era ser feliz, e sempre tentei o ser. Mesmo quando me deitavam abaixo eu lutava pelo que queria, e via sempre algum lado positivo. 
Antes sabia que podia dizer que tinha os 'Amigos', eles eram a base de tudo. Sempre os ajudei, por ter aquela ideologia de 'Os amigos são para tudo. Faz por eles que eles não se esquecem de tii'. Sempre foi assim, até que um dia eu precisei. 
Quando precisei e havia uma enorme vontade de falar, mas havia sempre os 'outros em primeiro' mesmo que naquele momento eu quisesse me por em primeiro lugar era tarde, os outros esqueceram-se que eu era humana e que também sofria, e assim , tal como eles, tinha o direito de que me ouvissem, me ajudassem.
Nesse dia, tive de esperar que todos falassem, que todos contassem de suas desgraças, tive de ouvir com atenção porque sabia que no final iam-me perguntar 'o que é que tu achas?', ou 'ajuda-me. Ajudas?', 'fala com ele/ela.' (...), e assim, eu tive dar a minha opinião, ou aconselhar,  reconfortar, abraçar , ajudar. E assim tinha acabado o tempo de antena. O meu ou o da pessoa ? O da pessoa lógico, mas a mesma pensava que o meu também tinha acabado, e assim eu tinha de voltar a esperar um novo dia ou uma hora em que me pudessem dar a atenção.
Maior parte das vezes, sinto que não me ouvem, só eu é que tenho de ouvir. Sinto que, por vezes, esquecem-se de mim, mas eu estou sempre presente para os outros. 
Não sei mais. Sempre lutei, e sempre disse 'nunca desistirei', mas será que vale a pena ? 
Penso que já nem pensar vale a pena, trás perguntas e depois vêm as questões que nunca chegam a ser perguntadas, e assim eu nunca tenho as respostas que preciso.
E sei que alguém, talvez hoje, talvez amanhã ou depois, vai me ouvir, e assim, talvez, não me vá sentir tão sozinha.
Eu sei com quem posso contar, mas sei que nem sempre estão lá.